Dia da Automobilística, o setor que movimenta a evolução da mobilidade no mundo.

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No dia 12 de novembro é comemorado o Dia da Indústria Automobilística e para homenagear a todos os envolvidos nesse setor, a Wurth vai contar um pouco da história dessa área tão importante na economia e responsável por evoluções históricas na sociedade.
Desde muito tempo o automóvel faz parte do cotidiano do brasileiro, mais precisamente a partir do século XX, quando as primeiras montadoras estacionaram suas fábricas em nosso território. Porém, antes disso, o primeiro carro, de fato, a chegar às terras brasileiras foi um Peugeout Type 3, trazido por importação pelo nosso querido inventor do transporte aéreo, Santos Dumont. As empresas que deram início a montagem de carros no Brasil foram a Ford, em 1919 e a General Motors, em 1925, ambas na capital paulista. Não demorou muito para o Estado de São Paulo notar uma crescente no número de veículos circulando, de 5 mil para 43 mil entre 1920 e 1939.

Evolução do setor automotivo no Brasil

A indústria automotiva no Brasil levou um certo tempo para chegar ao que conhecemos hoje e não somente por conta de tecnologia, mas também por burocracias de importação e exportação de veículos inteiros.

A indústria automotiva no Brasil levou um certo tempo para chegar ao que conhecemos hoje e não somente por conta de tecnologia, mas também por burocracias de importação e exportação de veículos inteiros. Alguns ex presidentes tiveram grande influência no processo de nacionalização da produção, Getúlio Vargas foi quem criou a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e a Fábrica Nacional de Motores (FNM) como medidas para minimizar a importação de peças automotivas e investir na produção interna, assim como Juscelino Kubitschek quando criou o Grupo Executivo da Indústria Automobilística (GEIA) para facilitar a produção de veículos nacionais.

Com o passar dos anos o nosso setor expandiu-se e o primeiro carro inteiramente brasileiro nasceu pelas mãos da Romi em 1956. O Isetta era um microcarro com motor semelhante ao de uma motocicleta, uma única porta frontal e rodas pequenas. Depois deste lançamento outras marcas começaram a colocar seus modelos no mercado, mas todos inspirados no que já era feito no território americano.

Até o fim dos anos 60, todas as montadoras no Brasil mantinha suas operações concentradas em São Paulo, mais precisamente no ABC Paulista. Com o aumento de demanda de veículos a expansão territorial foi inevitável, melhorando o mercado e movimentando a economia. No início dos anos 70 os estado de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná receberam a Fiat, Agrale e Volvo como suas pioneiras.

A automobilística em números

Fontes do Ministério da Economia mostram que a indústria automobilística é uma das mais fortes no Brasil, hoje o setor representa cerca de 22% do PIB brasileiro. Só em 2016, o nosso país foi responsável pela produção de 1,77 milhões de veículos, entrando para a lista dos 10 maiores produtores de veículos no mundo. Em 2019 esse número passou de 2,8 milhões e até setembro deste ano o número já passava de 1,2 milhões, segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFEA)

A Wurth como braço direito do setor automotivo

Aos passos que o setor automotivo foi ganhando corpo no Brasil, o grupo Würth também deu seu primeiro grande passo no mercado brasileiro, inicialmente com foco em peças de fixação e logo em seguida com grande importância e participação no ramo automobilístico. Nós chegamos em 1972 com nossa primeira sede no bairro de Santo Amaro, em São Paulo, com apenas 200m². Com o crescimento exponencial dos setores envolvidos, desde 1979 a Wurth ocupa uma área de 55.000m² em Cotia, na Grande São Paulo, sendo 25.000m² de área construída, além de nossa Loja Física em Curitiba – PR e as nossas filiais em Porto Alegre – RS, Recife – PE e Betim – MG.

Hoje, nós atendemos mais de 200 mil clientes e possuímos mais de 9.000 produtos em linha, que atendem a diversas necessidades do setor automotivo, desde produtos que podem ser utilizados pelo cliente final, até ferramentas de alta performance para profissionais da área e revendedores. Além da forte atuação no setor automotivo, a Wurth atende outras demandas que necessitam de produtos de alta qualidade como Obras e Reformas, Bricolagem, Casa e Escritório, e Revendedores.

O futuro da indústria automotiva no Brasil

Mesmo com o cenário que estamos vivendo no ano de 2020 o setor automobilístico estima melhoras para os próximos períodos. O investimento em novas tecnologias já é novidade, mas é possível pensar que nos próximos anos alguns updates aconteçam nos modelos já conhecidos no mercado. Veículos cada vez mais leves, personalizados, que prejudicam menos o meio e ambiente e oferecem uma experiência extremamente positiva ao consumidor são algumas das expectativas para a evolução da indústria.

Um dos destaques deste ano foram os carros autônomos utilizados nos Estados Unidos para o transporte seguro de profissionais da saúde e exames entre centros de pesquisa e laboratórios de análise. Um dos projetos que tem o futuro como foco é o Rota 2030, um programa desenvolvido em 2018 pelo Governo Federal que cria incentivo fiscal para as montadoras investirem em tecnologia no país, ele pode ser visto como um novo regime tributário que visa a modernização das frotas brasileiras e padroniza a produção com protocolos internacionais.

A Wurth ressalta a extrema admiração à todos os envolvidos nesse setor que move, acima de tudo, a vontade de oferecer mobilidade, segurança e tecnologia aos clientes que diariamente utilizam carros, transportes públicos e diferentes frentes que envolvem a automobilística. Parabéns aos profissionais envolvidos neste universo que, desde sempre, representa um constante avanço na vida cotidiana.